Este critical incident que relatarei aqui aconteceu no meu último ano de ensino médio (2018). Parte da classe estava muito ansiosa para saber quem iria ministrar as aulas de Inglês. Tínhamos muitas esperanças de que fosse a professora que ficou encarregada das outras três outras salas de terceiro ano, ou até a professora que nos ensinou no primeiro e segundo ano, a qual gostávamos muito dela e de suas aulas. Infelizmente não tivemos a oportunidade de termos nenhuma das duas como professora naquele ano. Quem ficou responsável por nos dar aula de Inglês foi uma professora que já tinha trabalhado conosco no nosso primeiro ano no colégio. Na primeira aula já percebemos que ela não tinha mudado, ela não gostava de estar ali dando aula, não tinha paciência nem gosto pelo que fazia. Neste primeiro encontro ela já exclamou que não estava ali para traduzir nada para aluno nenhum e que se alguém a perguntasse ela não responderia, com tom um bem grosseiro. Com passar das primeiras aula...
Durante o ano passado fiquei responsável pelo reforço escolar de Sara, filha de uma amiga, e não tinha grandes problemas ao ajudá-la, uma menina com grande iniciativa, participativa, muito esperta. Observando o histórico de Sara pude ver que ela sempre tirou notas muito boas, mesmo antes do reforço, mas notei que uma situação em particular lhe chateava a ponto de não conseguir se concentrar muitas vezes na explicação: o exagero de uma certa familiar. Resolvíamos as lições, revisávamos um pouco os assuntos e depois fazíamos uma pausa para o lanche, só que muitas vezes os assuntos eram poucos, ou ela os resolvia com muita facilidade, como era na maior parte dos casos. Nos dias em que acabávamos mais cedo eu mesma bolava algumas tarefas extras para ela, só que em alguns dias eu percebia que já estava cansada, e lá estava a parente ao pé do ouvido da menina pedindo mais exercícios, era quase como se ela simplesmente não conseguisse ver Sara descansando. Eu observava que isso deixava a meni...
Comentários
Postar um comentário